Mulheres empreendedoras: 15 perfis para acompanhar e conselhos

Conheça 15 mulheres empreendedoras que são exemplos em suas áreas e se inspire para começar seu próprio negócio
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O empreendedorismo feminino vem crescendo e impactando cada vez mais a nossa economia e a sociedade. De acordo com dados do IBGE, as mulheres empreendedoras representam 34,4% do universo de donos de negócios no Brasil. 

Apesar de promissor, esse ainda é um cenário desafiador para a maioria das profissionais. Pensando nisso, desenvolvemos esse post com referências femininas de sucesso e informações valiosas para quem quer empreender no país. Confira tudo na leitura. 

Quem são as maiores mulheres empreendedoras do Brasil? 15 histórias para se inspirar

O momento de períodos como o Dia da Mulher ressaltam ainda mais a importância da representatividade feminina em todos os espaços. Pensando nisso, apresentamos a você a história de 15 mulheres empreendedoras que venceram cada desafio do mundo dos negócios. Seja pelo impacto social causado, pelo sucesso com empresas reconhecidas em todo o Brasil ou pela inovação que trouxeram ao mercado, elas são uma inspiração para quem deseja se destacar profissionalmente. Conheça a lista.

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1. Mônica Hauck, fundadora e CEO da Sólides Tecnologia

Graduada e pós-graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas, Mônica Hauck é fundadora e CEO da Sólides Tecnologia, além de vencedora do Prêmio Mulheres Notáveis, na categoria tecnologia.

Apaixonada por pessoas e pelo potencial que elas têm em transformar negócios, é uma das principais vozes do empreendedorismo feminino no Brasil e vem comandando a Sólides desde 2010. 

Sob sua liderança, a companhia recebeu o maior aporte já feito em uma HRTech e anunciou a aquisição do Tangerino, startup de controle digital de pontos e jornada de trabalho. A profissional é uma constante pesquisadora e atua no desenvolvimento de ferramentas importantes, como o Profiler. 

Além disso, figura na lista dos 100 CEOs das startups de maior destaque do Brasil, organizada pelo Distrito. Foi eleita por dois anos consecutivos (2022 e 2023) “Empresária Destaque” do prêmio Top of Mind Brasil de RH, considerado o “Oscar do RH”. Em 2023, foi reconhecida como uma das 100 pessoas mais inovadoras da América Latina pela Bloomberg Línea. 

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2. Zica Assis, fundadora do Instituto Beleza Natural

Marcada por uma infância difícil e começando a trabalhar aos 9 anos como babá, Zica Assis iniciou a sua carreira em salões de beleza aos 21 anos de idade. No início, sua intenção não era seguir nessa área, na verdade, ela só queria aprender a cuidar das suas próprias madeixas.

Mas o destino tinha outros planos para ela. Zica se apaixonou pelo mundo da beleza e decidiu correr atrás de um sonho: abrir o seu negócio especializado em cabelos crespos e cacheados. Isso porque ela enxergou no próprio problema a oportunidade de ajudar outras mulheres. Com a falta de produtos especializados para esses tipos de fios, ela foi em busca da solução, tornando-se pioneira na área.

Em 1993, Zica fundou o Instituto Beleza Natural. Para isso, ela teve o apoio do marido e do irmão. A marca tem 25 anos de história e mais de 100 salões distribuídos em todo o Brasil!

3. Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza

Nascida em Franca, interior de São Paulo, Luiza Helena Trajano é filha e sobrinha única. Por esse motivo, aprendeu com a mãe a ter inteligência emocional e com a sua tia o espírito empreendedor. Somou valores, como sonhar alto, honestidade, generosidade e aprendizado, para transformar a loja dos tios em um dos maiores varejistas do país, a Magazine Luiza.

Luiza começou a trabalhar com 12 anos porque queria comprar presentes de Natal para as pessoas que gostava. Com o dinheiro das comissões ela conseguiu. Assim, viu no negócio de família a sua chance de ser uma grande empreendedora. Hoje, Luiza faz parte desse time de mulheres empreendedoras que transformaram o mundo dos negócios.

4. Chieko Aoki, fundadora do Blue Tree Hotels

Chieko Aoki é um exemplo de que colaboradoras de uma empresa têm grandes experiências para abrir seu próprio negócio. Ela atua na área de hotelaria desde os anos 80, mas, inicialmente, era diretora de marketing de uma rede de hotéis de luxo.

Seu talento para o empreendedorismo era tanto que em pouco tempo se tornou diretora. Além disso, Aoki, foi estudar direito na USP (Universidade de São Paulo) e, depois da sua graduação, fundou a sua própria rede de hotéis, a Blue Tree Hotels. Atualmente, tem mais de 20 unidades em todo o território nacional.

5. Marina Silva, CEO do Movimento Black Money

CEO do Movimento Black Money, Marina Silva é uma das mulheres que vêm mudando a história do empreendedorismo feminino. Esse hub é uma inovação para inserção e autonomia da comunidade negra na era digital. Ainda, tem como foco a comunicação, educação e geração de negócios pretos.

6. Paula Abreu, mentora de desenvolvimento pessoal e profissional

Paula Abreu tinha a vida que a maioria das mulheres sonha: escritório de advocacia renomado, casa boa e um ótimo carro. Mas ela queria mais! Então, decidiu se inspirar em outras pessoas e partiu rumo ao seu sonho. Atualmente, ela é uma das mentoras mais seguidas do Brasil e o seu blog é o maior sucesso!

7. Ana Fontes, criadora da Rede Mulher Empreendedora

Um dos exemplos inspiradores de mulheres empreendedoras é Ana Fontes. Após 17 anos atuando como executiva e infeliz na profissão, ela abandonou tudo e resolveu empreender.

Dificuldades vieram, mas ela não parou. Assim, criou a Rede Mulher Empreendedora, uma rede online, com dicas, fóruns e notícias relacionadas ao empreendedorismo feminino.

8. Julia Petit, co-fundadora da Sallve

Filha de mãe artista e pai publicitário, Julia Petit cresceu em agências de publicidade, desenvolvendo suas habilidades desde cedo. Aos 15 anos, aprendeu a revelar fotografias e descobriu sua paixão pela produção. 

A partir de uma coluna de moda na Revista Contigo, Julia conheceu uma nova paixão, a criação de conteúdo e criou seu blog Petisco, um portal de moda, beleza e comportamento. Rapidamente tornou-se um dos principais nomes da área de beleza na internet. 

Em 2018, ao lado de Márcia Netto e Daniel Wjuniski, criou a Sallve, marca brasileira de cuidados com a pele. Em 2023, arrematou em um leilão de massa falida, a marca de maquiagem “Contém 1g”, trazendo-a de volta ao mercado. 

💡 Saiba também: Marketing pessoal: o que é e como fazer?

9. Tânia Gomes, fundadora da 33e34

Tânia Gomes mostra que o segredo para o sucesso, em muitos casos, está debaixo dos nossos olhos. Ela estava cansada de procurar sapatos para o seu pé, pois calça 34, e nunca achava calçados bonitos ou, quando encontrava, era algo bem limitado. 

Então, decidiu criar a sua própria fábrica! Atualmente, a 33e34 tem mais de 120 distribuidores dos seus calçados em todo o Brasil, inclusive no Distrito Federal.

10. Cecília Prado, estilista

Nascida no interior de Minas Gerais, Cecília Gomes veio de uma família que atuava na área de tricô. Então, como estilista, ela resolveu apostar no negócio e expandir a produção como uma mulher empreendedora. Para tanto, ela uniu o artesanato com tecnologia e inovação. 

Assim, desde 2006, a marca, que leva o nome de Cecília, faz sucesso no Brasil e exporta para mais de 20 países nos 5 continentes!

11. Sônia Hess, fundadora da Dudalina

Um exemplo de mulher empreendedora é a Sônia Hess, fundadora da Dudalina. A marca teve início quando o pai dela, senhor Duda, comprou tecidos em excesso, o que era um prejuízo para a dona Lina. 

Então, ela começou a fabricar camisetas, que começaram a ser vendidas nos negócios da família. Hoje, a Dudalina é uma das maiores exportadoras de camisas do Brasil.

12. Nara Iachan, fundadora e CMO da Cuponeria

Formada em economia e apaixonada por empreendedorismo, marketing e inovação, Nara Iachan é responsável pela fundação da Cuponeria em 2011, ao lado dos sócios Thiago Brandão e Lionardo Nogueira.

Com Nara na liderança do time de marketing, a plataforma de cupons de descontos emite cerca de 1 milhão de cupons por mês e tem, atualmente, mais de 2.000 empresas parceiras. 

13. Alcione Albanesi, fundadora da FLC Lâmpadas e da organização Amigos do Bem

Alcione Albanesi é um exemplo de mulher que começou a exercer muito nova o seu espírito empreendedor com somente 17 anos. Seu primeiro negócio contava com 80 funcionários e o seu ramo sempre foi o da moda.

Mas ela vendeu a sua confecção e o seu novo negócio surgiu em 1992, quando viu pela primeira vez as lâmpadas fluorescentes de baixo custo. Um produto chinês que despertou seu interesse e, desde então, viajou mais de 70 vezes para a China para viabilizar novos negócios.

Além de empresária, Alcione é fundadora da organização Amigos do Bem, uma iniciativa que já impactou mais de 60 mil pessoas no Nordeste do Brasil.

14. Mariana Achutti, CEO e fundadora da SPUTNiK

Maria Achutti atuou durante anos como gestora da Perestroika, escola de atividades criativas, destacada como uma das nove empresas da nova economia brasileira.

Em 2014, criou a SPUTNiK, uma das maiores escolas de educação corporativa do país. Desde então, já impactou mais de 81.000 pessoas e 382 empresas como Google, Facebook e Ambev. 

15. Alcione Pereira, fundadora e CEO da Connecting Food

Formada em engenharia de alimentos e mestre em sustentabilidade, Alcione Pereira é um exemplo de mulher empreendedora que se dedica há mais de 20 anos ao estudo de processos de distribuição de alimentos e redução do desperdício. 

Fundou a Connecting Food em 2016, uma empresa que atua na gestão inteligente da cadeia alimentícia, auxiliando indústrias e varejistas na doação de produtos excedentes. Desde sua fundação, a organização já distribuiu cerca de 8 mil toneladas de alimentos que seriam desperdiçados.

➡️ Saiba também: Entenda o cenário das mulheres no RH

Quais são os desafios do empreendedorismo feminino?

Que as mulheres mandam bem quando o assunto é empreendedorismo, não é novidade. Contudo, apesar dos ótimos resultados, o processo ainda é muito desafiador para essa parcela da população. 

O estudo We Cities, divulgado pela Dell Technologies, comprova que empreender no Brasil é muito mais desafiador para as mulheres do que para os homens. Além das disparidades salariais, as mulheres precisam lidar com diversos preconceitos e limitações que lhes são impostas diariamente. 

A dificuldade em conciliar o trabalho fora com as tarefas domésticas e a maternidade é, possivelmente, o maior empecilho na carreira de mulheres empreendedoras. Com uma jornada dupla exaustiva, essas profissionais precisam contar com uma rede de apoio de amigos e familiares para conseguir dar conta de todas as tarefas. 

Além do machismo, ainda muito presente em nossa sociedade, as mulheres também sofrem mais com o etarismo. Muitas vezes, empreendedoras mais maduras acabam enfrentando preconceitos e estereótipos, tendo sua capacidade de inovação questionada

A falta de acesso às linhas de crédito e o número limitado de investidores também são empecilhos para o empreendedorismo feminino. Conforme aponta Verônica Lima, do Sebrae-SP, “Muitas vezes, as instituições financeiras tendem a favorecer os homens empreendedores”.

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O que estimula o empreendedorismo feminino?

Enquanto a maioria dos empreendedores homens resolvem abrir um negócio para conquistar mais liberdade, as mulheres acabam tomando essa decisão por necessidade, para complementar a renda ou alcançar a independência financeira e o sustento da família. 

Muitas mulheres também optam por esse caminho para conseguir conciliar o trabalho com a maternidade. Dados da Rede Mulher Empreendedora (RME) revelam que 53% das empreendedoras brasileiras são mães e acabaram sendo motivadas pela necessidade de mais flexibilidade no trabalho. 

A falta de espaço em cargos de chefia também motiva as mulheres a criarem suas próprias oportunidades. De acordo com o estudo “Women in The Boardroom – Uma Perspectiva Global”, elas estão presentes em somente 16,9% dos assentos de conselhos de grandes empresas no planeta – no Brasil, o número cai para 8,6%.

É claro que a necessidade não é a única motivação para as mulheres empreenderem. Uma boa parcela dessas profissionais são movidas pelo desejo de fazer a diferença e conquistar a tão sonhada realização pessoal e profissional. Assim, esse se torna um importante elemento para o empoderamento feminino e a conquista da autonomia. 

➡️ Confira: 12 dicas de ações para o Dia Internacional da Mulher na empresa

Empreendedorismo feminino: 9 conselhos para começar e se manter motivada

Entendemos que nem sempre é fácil ser uma empreendedora. Essa é uma escolha que exige inteligência emocional, resiliência e muita determinação. Apesar do cenário desafiador, ter o seu próprio negócio pode ser muito recompensador, possibilitando mais autonomia e independência. 

Quer mergulhar de cabeça nessa ideia mas ainda não sabe por onde começar? Trouxemos 9 conselhos bastante úteis que podem ser aplicados aos mais diferentes tipos de negócio. Confira a seguir. 

1. Escolha uma área com a qual você se identifique

A escolha da área de atuação vai fazer toda a diferença na sua motivação. É importante priorizar setores com os quais você já tem afinidade e até paixão. Isso vai fazer com que você se mantenha determinada a persistir, mesmo diante dos desafios. 

Levando em conta esse ponto, vale a pena ficar de olho nas tendências de mercado, para identificar os negócios com maior potencial lucrativo. 

2. Crie uma rede de apoio e saiba gerenciar seu tempo

A rede de apoio é essencial para mulheres que são mães, mas pode ajudar a todas que precisam se dividir entre tarefas de casa e do trabalho. Assim, é importante buscar uma ajuda para conseguir dar conta de tudo sem precisar, necessariamente, fazer tudo sozinha. 

Além disso, busque fazer uma boa gestão de tempo, definindo prioridades e mantendo toda a organização em uma agenda. Com as ferramentas certas, ficará mais fácil administrar todos os aspectos da sua vida. 

3. Invista em capacitação

Buscar conhecimento e aprimoramento é essencial para quem deseja empreender. E esse é um processo contínuo, que deve ser desenvolvido ao longo do tempo. Comece identificando habilidades e competências em que você ainda não se sente totalmente preparada. 

Lembre-se que, para montar um negócio, você vai precisar de conhecimentos básicos em diversas áreas como financeiro, administração e marketing. Dessa forma, quanto mais conhecimento você procurar, mais preparada estará para levar o negócio adiante.

➡️ Saiba mais: Conheça 15 soft skills para desenvolver, exemplos e cursos!

4. Tenha um planejamento estratégico

O planejamento estratégico é essencial para qualquer tipo de empreendimento, desde empresas de pequeno porte, até grandes organizações. 

Esse documento ajuda o empreendedor a entender as necessidades e características do mercado e da concorrência, além de estabelecer metas e resultados esperados. Uma dica é aplicar a análise SWOT, para mapear os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças do futuro negócio.

➡️ Saiba mais sobre a análise SWOT pessoal

5. Capte os recursos necessários

Para tirar a ideia do papel, é preciso ter um capital inicial. A maioria das empreendedoras não começa com dinheiro sobrando, mas, se esse for o seu caso, perfeito! 

Já se você precisa levantar recursos, a dica é estudar quais bancos e instituições oferecem as melhores condições de financiamento. O plano de negócios citado no tópico anterior, será essencial para a captação desses recursos. 

Além dos bancos tradicionais, vale a pena pesquisar por fintechs que trabalham exclusivamente como soluções para pequenos negócios. 

6. Não espere para começar

É claro que o dinheiro é importante nessa primeira etapa, mas ele não pode ser um obstáculo. O acesso ao crédito pode levar mais tempo do que o esperado. 

Por isso, não adianta ficar parada até conseguir todo o valor. Comece com os recursos que você já tem disponível e vá evoluindo aos poucos, conforme consegue mais capital. 

7. Tenha referências femininas e faça networking

As referências femininas também são importantes para que você se sinta motivada a continuar com o projeto. Neste post, citamos algumas empreendedoras de sucesso, mas elas são só a ponta do iceberg. 

As mulheres estão cada dia mais envolvidas com o empreendedorismo, por isso, é provável que você conheça de perto outras profissionais que estão nessa batalha. Que tal, então, conversar com elas, trocar experiências e criar uma comunidade? 

Além da inspiradora, essa rede de contatos pode ser valiosa como networking, garantindo boas parcerias e indicações. 

Participe!

8. Busque aceleradoras e programas de apoio

Além de capacitação e networking, é válido contar com o apoio de aceleradoras e programas voltados para o empreendedorismo feminino. Uma boa opção é a Rede Mulher Empreendedora (RME), que oferece iniciativas de aprimoramento, integração e troca de conhecimento entre mulheres. 

A rede também oferece o programa RME Conecta, que conecta negócios de mulheres a grandes empresas, e o RME Acelera, que acelera os empreendimentos com alto potencial de crescimento. 

9. Formalize seu negócio

Nosso último conselho é que você formalize o seu negócio. Um bom escritório de contabilidade pode ajudar você a escolher o melhor enquadramento para a sua empresa. 

Para negócios que faturam até R$ 81 mil anuais e com, no máximo, um funcionário, o MEI é uma boa opção. Ele unifica os impostos em um valor mais acessível e permite a criação do CNPJ de forma simples, pela internet. 

Deu para perceber que é preciso muita organização e cautela na hora de começar um negócio, não é? Mas, por outro lado, essa é, com certeza, uma iniciativa muito inspiradora e com um potencial promissor. Neste post, você pôde conferir algumas mulheres empreendedoras incríveis, com trajetórias ricas e cheias de sucesso. 

Se depender do exemplo dessas 15 mulheres, mais e mais começarão o seu próprio negócio. Elas mostraram que é possível lutar para conquistar o seu espaço em um meio que, antes, era totalmente tomado pelo sexo masculino. 

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