Os desafios do RH com as novas gerações no mercado de trabalho

Conheça os desafios do RH com as novas gerações no mercado de trabalho, como aplicar estratégias certas para engajá-los e diminuir conflitos!
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A chegada das novas gerações no mercado de trabalho revolucionou a forma como RH e DP atuam. Isso porque, as prioridades mudaram e coisas que antes eram secundárias, como saúde, bem-estar e flexibilidade, hoje são essenciais e inegociáveis. 

A palavra-chave para conduzir uma gestão de pessoas eficiente para essa parcela de colaboradores é adaptação. É importante que o RH entenda o que a geração Z valoriza para, então, traçar estratégias e planos de ação para atrair, engajar e reter esses talentos. 

Neste post, você vai entender melhor quem é a geração Z, como ela vem impactando o mercado de trabalho, como lidar com ela e outros aspectos importantes para uma gestão eficiente. Confira tudo na leitura. 

Quais as gerações no mercado de trabalho atual?

Conforme os anos passam, mais frequente fica encontrar profissionais de diferentes gerações no trabalho. Hoje, o mercado de trabalho é composto por quatro gerações:

  • Boomers (6%) : pessoas nascidas após a Segunda Guerra Mundial, de 1946 a 1964;
  • Geração X (35%): nascidos de 1965 a 1984;
  • Geração Y (millennials) (35%): nascidos de 1985 até os anos 2000;
  • Geração Z (24%):  nascidos depois dos anos 2000.

As gerações Y e Z representam aproximadamente 60% da força de trabalho global. Com a chegada das gerações mais novas, as características e interesses do capital humano mudam, por isso, é essencial que o RH entenda quais as gerações presentes na empresa para conseguir adaptar a gestão de pessoas, oferecendo soluções e benefícios que sejam realmente atrativos para essa parcela da população.  

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Quem é a geração Z?

Conhecer a geração Z e adaptar a gestão de pessoas para esses colaboradores é, hoje, uma das principais demandas do RH. Mas, afinal, o que essa geração tem de tão diferente das demais no mercado de trabalho? 

Completamente inseridos no mundo digital, a geração Z age e pensa um pouco diferente das anteriores. Eles têm uma grande demanda por questões ligadas ao bem-estar e experiências e levam a sério fatores como o meio ambiente e as mudanças climáticas. 

Se preocupam mais com a saúde emocional e física e, assim como os millennials, também sofrem com o estresse. De acordo com estudos, 41% dos trabalhadores da geração Z se sentem estressados o tempo todo ou na maioria do tempo.

Quais as principais mudanças com a geração Z no trabalho?

Uma característica interessante dessa nova geração no mercado de trabalho é a baixa lealdade às empresas. O mesmo estudo citado acima sugere que mais da metade desses profissionais (53%) indicam que pretendem deixar a organização em que trabalham nos próximos dois anos. Em 2019, esse número era de 61%. 

Diferentemente dos boomers e da geração X, os jovens não têm o desejo de entrar em uma organização e ficar por lá até a aposentadoria. 

Eles priorizam empresas que ofereçam boas experiências, flexibilidade, bem-estar e responsabilidade social. Mas isso não significa que não estejam dispostos a trocar de emprego, caso uma oportunidade melhor apareça. 

As características dessa geração, portanto, mostram a necessidade do RH ampliar a proposta de valor para o colaborador. Pensando em estratégias de engajamento e retenção, além de bons salários e benefícios corporativos. 

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Principais vantagens das mudanças geracionais?

O ingresso das novas gerações no mercado de trabalho trouxe alguns desafios para o RH, mas, em contrapartida, também agregou novas possibilidades que podem se tornar vantagens competitivas. 

Mais conhecimento sobre novos hábitos de consumo

Assim como o perfil dos profissionais muda, o perfil dos consumidores também é modificado conforme as gerações. Conviver diretamente com profissionais mais jovens pode ser, portanto, uma boa oportunidade de analisar os hábitos de consumo da nova geração, tornando sua empresa mais atrativa no mercado. 

Mais familiaridade com a tecnologia

Profissionais da geração Z são “alfabetizados” digitalmente, o que significa que têm mais familiaridade com novas tecnologias e ferramentas. Mesmo que ainda não dominem certa solução, eles tendem a aprender mais rápido do que os colegas da gerações passadas. 

Maior potencial de inovação

As novas gerações no mercado de trabalho também trazem como vantagem um maior potencial de inovação e criatividade. Isso porque, é possível agregar diferentes experiências, vivências e competências, o que ajuda a cultura organizacional a se renovar. 

Lideranças mais atualizadas

Por fim, incorporar profissionais mais jovens na equipe também ajuda as lideranças a se renovarem, garantindo uma gestão atualizada, que não ficará parada no tempo. É importante, no entanto, que o RH inclua os profissionais da geração Z no planejamento de sucessões, treinando e desenvolvendo os talentos para cargos gerenciais. 

Quais os desafios do RH com as novas gerações?

Os desafios de lidar com novas gerações no mercado de trabalho são muitos e começam desde a fase de atração de talentos, passando pelo recrutamento, avaliação e treinamento. 

Fortalecer a cultura organizacional

Embora a diversidade geracional seja bastante benéfica, ela nem sempre é simples. Diferentes gerações pensam e se comportam de forma distinta, o que pode levar a divergências e atrapalhar a consolidação de uma cultura organizacional sólida.

Realizar uma comunicação adequada

A abordagem de comunicação interna também precisa ser revista. Isso porque, cada geração tende a receber a mensagem de uma forma distinta. Profissionais mais jovens, por exemplo, podem reagir mal à cobranças mais duras ou ordens diretas, enquanto os mais velhos tendem a ser mais pragmáticos. 

Desenvolver líderes

Os programas de treinamento e desenvolvimento de líderes são outro desafio. As novas gerações do mercado de trabalho exigem que os gestores dominem vários estilos de liderança e consigam solucionar problemas com rapidez e jogo de cintura.

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Reter talentos

Como vimos, a fidelidade não é uma característica inerente das novas gerações. Exatamente por isso, reter esses talentos pode ser ainda mais desafiador para o RH, além de se tornar uma tarefa prioritária na empresa

Garantir a diversidade e inclusão

Se tem algo com o qual as novas gerações estão preocupadas e atentas é a diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho. Dessa forma, o tema não pode ser negligenciado pelo RH e precisa ser priorizado para garantir um ambiente de trabalho harmonioso. 

Promover o bem-estar no trabalho

O bem-estar e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional também são prioridades para os mais jovens. Sendo assim, as empresas que oferecem benefícios nesse sentido saem na frente na corrida por talentos. 

Construir uma boa experiência

Por fim, outro desafio é focar em uma boa experiência para o colaborador. Quanto mais personalizada para os desejos e necessidades da nova geração ela for, maiores as chances de conquistar a satisfação do time, melhorando a produtividade, o engajamento e a retenção. 

Como lidar com as novas gerações?

Entender o que é prioridade para os profissionais das novas gerações no mercado de trabalho é o primeiro passo para planejar uma gestão de pessoas abrangente e que beneficie diferentes grupos de pessoas. 

Nesse cenário, algumas boas práticas podem ajudar você a direcionar melhor seus esforços e garantir que os jovens se mantenham produtivos, engajados e motivados:

  • Realize um diagnóstico do ambiente de trabalho utilizando pesquisas de clima organizacional;
  • Dê mais autonomia para os profissionais;
  • Incentive um ambiente desafiador, com metas alcançáveis e adequadas;
  • Priorize o crescimento e a satisfação dos profissionais com planos de carreira, planos de desenvolvimento individual e planos de sucessão;
  • Invista em diversidade e inclusão e avalie se os critérios adotados para contratação, promoção e demissão são justos e transparentes;
  • Valorize o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, respeitando horários de trabalho e investindo em jornada flexíveis e sistemas de compensação de horas;
  • Incorpore o intraempreendedorismo, incentivando os profissionais a sugerirem e conduzirem projetos internos para o desenvolvimento de novas soluções;
  • Aposte em benefícios flexíveis, que possam ser utilizados da forma como o colaborador preferir. 

Uma opção estratégica é investir na gestão comportamental e no conhecimento sobre perfis comportamentais. Com um mapeamento comportamental detalhado, você pode escolher as opções certas para potencializar o seu time e aumentar seus resultados.

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Quais os melhores benefícios para as gerações atuais?

O salário não é o único atrativo para que um profissional da geração Z opte por entrar e permanecer na empresa. Existe um conjunto de fatores que são importantes para essa geração e envolvem desde o crescimento profissional ao bem-estar. 

Uma pesquisa global realizada pela The National Society of High School Scholars em 2022 mostra que o respeito pela diversidade, a geração de impacto e o apreço pela atividade desenvolvida no trabalho são pilares para a escolha de novos empregos por esses profissionais.

Em relação aos benefícios corporativos mais importantes para a geração Z, o principal é o plano de saúde, com 47%, seguido por horário flexível (40%), dias de folga (38%), base salarial (28%), seguro desemprego (24%), bônus por performance (10%) e trabalho remoto (4%). 

O impacto da saúde e bem-estar no ambiente de trabalho

Existe uma relação incontestável entre o bem-estar, a produtividade e a satisfação dos colaboradores. Se antes, o RH ignorava essa relação, hoje, ela já é tão clara que levou a criação de cargos específicos dentro da empresa, como é o caso do Chief Happiness Officer ou Gestor Executivo de Felicidade.

O estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2024, realizado pelo Gympass com mais de 5 mil profissionais mostra que o bem-estar não é negociável na atualidade. 93% dos entrevistados afirmaram que o bem-estar é tão importante quanto o salário e 96% afirmam que, na busca de um novo emprego, levarão em conta apenas lugares que claramente priorizam o bem-estar.

Quando falam sobre “bem-estar”, os entrevistados são abrangentes em todos os aspectos. A maioria diz que todas as dimensões do bem-estar — do físico ao intelectual — afetam seu desempenho profissional. 

Essa percepção não parte apenas dos profissionais. 9 em cada 10 empresas que monitoram suas despesas com bem-estar veem um ROI positivo: a promoção intencional do bem-estar aumenta a produtividade, diminui os gastos com plano de saúde e traz economia na gestão de talentos. Por isso, é um fato que as novas gerações no mercado de trabalho tem esse foco cada vez maior!

Como a saúde e o bem-estar impactam as novas gerações?

Se os mais velhos acabam priorizando o trabalho em detrimento da saúde, do bem-estar e até da família, a perspectiva muda completamente quando falamos sobre as novas gerações no mercado de trabalho. 

Segundo uma pesquisa global, as condições de trabalho mais importantes para essa geração são equilíbrio entre vida pessoal e trabalho (61%), horário flexível (37%), ambiente acolhedor (35%) e possibilidade de home office (8%)

Os mais jovens sabem o quanto o equilíbrio é importante e priorizam momentos de lazer, relaxamento e o cuidado com a saúde no trabalho. Essa mudança de paradigma faz com que o RH e o DP precisem mudar sua forma de atuação, pensando em soluções, benefícios e ações de endomarketing compatíveis com a mentalidade da geração Z. 

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Como proporcionar saúde e bem-estar no ambiente de trabalho?

O Panorama do Bem-Estar Corporativo 2024 mostra que o Brasil está no caminho certo quando o assunto é saúde e bem-estar nas empresas. O país fica à frente dos outros em bem-estar ocupacional, sendo o campeão no quesito satisfação com a empresa atual (93%).

Benefícios como plano de saúde, plano academia e um ambiente descontraído contribuem para essa percepção positiva. Como revela o estudo, 84% dos trabalhadores utilizam os benefícios de bem-estar oferecidos pelas empresas.  É possível notar, portanto, que organizações que ainda não priorizam o bem-estar estão saindo atrás da concorrência. 

Para entender como proporcionar o bem-estar tão desejado pelas gerações no mercado de trabalho, em especial à geração Z, é fundamental compreender que esse é um aspecto holístico, resultado de uma relação de interdependência. Isso significa que é impossível separar o bem-estar pessoal do profissional, por exemplo. Ambos os aspectos se complementam.

Diferentemente do que se imagina, existem diversas dimensões de bem-estar importantes. São elas: 

  • Físico;
  • Emocional;
  • Ocupacional;
  • Intelectual;
  • Ambiental;
  • Financeiro;
  • Social;
  • Espiritual.  

O primeiro passo, portanto, é identificar a carência de bem-estar na empresa e verificar qual ponto precisa de mais atenção. Digamos que seus colaboradores estejam satisfeitos financeiramente, mas faltem com frequência por questões relacionadas à saúde. 

Nesse caso, ao identificar a necessidade de investir em bem-estar físico, a empresa pode optar pela oferta de planos de saúde ou cartões de benefícios que incluam, por exemplo,  TotalPass e Mediquo

É interessante definir indicadores de produtividade que serão analisados ao longo da implementação dos benefícios e ações. Eles ajudarão a perceber se a medida tomada está suprindo a necessidade encontrada. 

Ao definir a solução, lembre-se de comunicar todo o time com consistência, utilizando abordagens que façam sentido para as diferentes gerações. Por fim, calcule o impacto obtido.

Como os benefícios flexíveis ajudam na melhora da saúde e bem-estar?

Os benefícios corporativos são a principal ferramenta de engajamento nos dias atuais, principalmente ligados às gerações no mercado de trabalho. Eles impactam positivamente a vida dos trabalhadores e se tornam um poderoso diferencial competitivo, deixando sua empresa muito mais interessante para as novas gerações. 

Além dos benefícios obrigatório, fixados por lei, a empresa pode e deve investir em benefícios flexíveis, como:

  • Assistência médica e odontológica;
  • Vale-refeição e alimentação;
  • Seguro de vida;
  • Descontos em academias e aplicativos de bem-estar;
  • Auxílio home office;
  • Auxílio educação;
  • Vale-combustível;
  • Previdência privada;
  • Vale-cultura

Um pacote de benefícios aderente é capaz de garantir mais engajamento e reter os profissionais da geração Z, melhorando suas percepções sobre a empresa e a satisfação como um todo. Dados comprovam que 10% dos colaboradores se mostram mais leais às empresas que investem em ações de bem-estar. 

Em relação à saúde, os benefícios podem ter um poder ainda maior. Isso porque, a tendência é que, cada vez mais, os colaboradores utilizem seus planos de saúde, não só em emergências, mas preventivamente. Dessa forma, o benefício se torna uma ferramenta importante para evitar licenças e afastamentos por longos períodos. 

Concluindo, se adaptar às necessidades das novas gerações no mercado de trabalho é essencial para que sua empresa se torne economicamente saudável e produtiva. Para isso, é importante priorizar a saúde e o bem-estar dos profissionais, uma demanda cada vez mais importante para os talentos mais jovens. 

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