Como se saem os executores sob pressão? Confira maneiras de motivá-los

Tempo de leitura: 4 minutos

A gestão de crise une os setores da empresa para tentar reduzir os prejuízos que ocorrem com algum problema crucial. São vários os motivos — internos ou externos — que podem ocasionar um cenário de alerta. Conhecer os perfis comportamentais é uma maneira de melhorar o gerenciamento, esse conhecimento permite saber como se saem os executores sob pressão.

Cada pessoa reage de maneira diferente diante dos desafios. O perfil executor tende a ser mais motivado para superar barreira, mas cada crise tem uma característica diferente e exclusiva.

Em termos externos, uma crise pode ser gerada por alguma instabilidade econômica ou social. É o caso do novo coronavírus, que impactou todos os países de maneira profunda e, de forma, surpreendente. 

Se você quer entender como é possível motivar e gerenciar os profissionais executores sob pressão, continue a leitura!

https://drive.google.com/file/d/1N-Hh7HWo8yWcyp0VtLm5Yk1qenYYebi-/view?usp=sharing

Os benefícios da análise comportamental em momentos de crise

Como dissemos, uma crise pode ser algo totalmente imprevisto. O cenário causado pelo COVID-19 alterou toda a estrutura social e econômica dos países. Não é exagero dizer que ninguém estava preparado para prever ou prevenir os fortes impactos causados pelo vírus em todos os continentes.

Gerir pessoas em cenários de adversidades é um verdadeiro desafio. Alguns colaboradores podem enxergar esse momento como uma oportunidade de criar novos processos e estruturas. Enquanto outros podem se retrair e silenciar.

Conseguir mapear os perfis comportamentais de todos os colaboradores é uma medida para antever algumas tendências de comportamento. Por meio dessa análise, os gestores conseguem prever como os colaboradores reagem diante das adversidades e outros cenários.

Existem quatro perfis distintos: comunicadores, analistas, planejadores e executores. A predominância de cada uma deles em uma pessoa indica como — potencialmente — serão suas ações diante de uma crise, por exemplo. 

Por meio do mapeamento comportamental, torna-se possível fazer uma análise preditiva no RH. Dessa forma, a gestão consegue garantir a alta performance, a produtividade elevada — mesmo em situação de crise — e a redução dos gastos com o turnover.

O comportamento dos executores sob pressão

Profissionais com predominância do perfil executor enxergam as crises como momentos de oportunidade. Eles são imparáveis e tentam manter o ritmo de trabalho e raciocínio mesmo em situações adversas. 

Eles são grandes aliados para a motivação de toda a equipe, visto que são dotados de uma energia natural que estimula e incentiva todos ao seu redor. A vazão desse pulso energético é imprescindível em momentos de dificuldade, os executores precisam ser estimulados a superarem as barreiras e elaborarem projetos inovadores.

Por serem multitarefas e intuitivos, esses profissionais precisam manter ativos em uma rotina não muito engessada. Em contrapartida, as soluções propostas pelos executores podem não ter uma visão ampla e sistêmica, sendo imediatista. 

O imprevisível pode deixar o executor ansioso. Momentos de crise trazem incertezas e inseguranças, por isso é fundamental garantir recursos, ferramentas e um ambiente que seja familiar para esses profissionais. Dessa forma, é possível controlar melhor o nervosismo.

A gestão de crise e os executores 

Os executores podem ser grandes parceiros para os gestores em momentos de crise e adversidade. Se utilizar esses profissionais estrategicamente, a gestão pode tracionar todo o time, incentivando todos os colaboradores em superar as dificuldades.

Uma boa dica é manter os executores desafiados. Ou seja, apesar do momento de crise, a gestão precisa apresentar sempre novas oportunidades e desafios para estimular esses profissionais. Dessa forma, toda a energia acumulada pode ser direcionada para ações estratégicas que vão render frutos para a instituição.

Em momentos de crise, o executor vai ter dificuldade com prazos. É comum que queira tomar projetos que não são dele para si, procurando estimular a agilidade dos colegas. Por isso, acaba ficando um pouco desesperado e ansioso.

A liderança precisa ajudá-lo a raciocinar e ponderar sobre as ações. Pensando como cada atividade vai reverberar no futuro, projetando o que poderá acontecer quando a crise passar.

Outro fator estimulante para o gestor criar com os executores é pedir para eles projetarem um futuro de sucesso. Esses profissionais gostam de momento desafiadores, porque gostam de superar barreiras e se auto-provarem.

Os executores sob pressão podem ser grandes aliados quando bem direcionados pela gestão de pessoas. Por isso, conhecer as particularidades socioemocionais dos colaboradores é fundamental.

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