Análise comportamental: o que é, tipos e como o RH pode usar!

Entenda mais sobre a análise comportamental, porque ela é importante, os tipos e como você pode aplicar no dia a dia!
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Você sabia que uma ferramenta de análise comportamental pode reduzir significativamente os problemas de rotatividade e, consequentemente, os custos dentro da sua organização?

Especialistas relatam que a maioria das demissões acontece devido ao comportamento, e não ao currículo. Mas como prever como cada novo colaborador vai agir? 

Os testes comportamentais trazem informações importantes sobre competências e tendências de comportamento que vão ajudar você a tomar decisões, fazer contratações mais assertivas, promover treinamentos mais eficientes e uma gestão de pessoas mais eficaz. 

Entenda melhor o que é esse tipo de ferramenta e suas vantagens neste post. Boa leitura!

O que é análise comportamental?

A análise comportamental é um método utilizado pela gestão de pessoas para mapear os pontos fortes e pontos de melhoria de cada colaborador, no que diz respeito ao comportamento, ou seja, à forma como ele reage a diferentes situações. 

O local onde o colaborador foi criado, o meio no qual está inserido, as experiências anteriores que já vivenciou, tudo isso faz com que ele seja um indivíduo único, com perfis e atitudes diferentes. 

A análise comportamental, portanto, auxilia o RH na tarefa de decodificar comportamentos e entender melhor quem é esse profissional e como garantir que ele tenha mais motivação e melhor performance em sua área de atuação.

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Tipos de análise comportamental

Desde a antiguidade, existem estudos e métodos desenvolvidos para entender melhor o comportamento humano. As teorias e metodologias mais utilizadas, entretanto, são aquelas que dividem os indivíduos de acordo com perfis comportamentais

No contexto corporativo, alguns dos principais tipos de análise que podemos destacar são: 

  • MTBI: que avalia a personalidade de uma pessoa a partir dos critérios: energia e motivação; percepção de mundo; avaliação e tomada de decisão, e estilo de vida.
  • Perfil IAC (Inventário de Aderência Cultural): um teste com o objetivo de diagnosticar características culturais e avaliar o fit com a empresa;
  • Teste de Dominância Cerebral ou HBDI: ajuda a identificar os diferentes estilos de aprendizagem e comunicação com base no quadrante cerebral dominante;
  • Metodologia DISC: classifica os profissionais com base em quatro tipos de comportamento e ajuda a identificar a forma como cada indivíduo se expressa e reage a diferentes situações.

Explorando a Metodologia DISC

A metodologia DISC é o principal modelo de análise comportamental quando falamos sobre o contexto corporativo. O método tem como base a teoria do Dr. William Moulton Marston e compreende as quatro predominâncias comportamentais em cada indivíduo: dominância, influência, estabilidade e conformidade.

É importante entender que todas as pessoas têm características de todos os quatro perfis DISC, no entanto, os traços mais fortes podem influenciar de forma muito mais significativa o comportamento de cada colaborador. De modo resumido, podemos classificar as principais características com base na predominância do perfil:

  • Dominância: são profissionais motivados por desafios e eficiência;
  • Influência: trabalhadores movidos pela liberdade e criatividade;
  • Estabilidade: profissionais que prezam pela segurança e não lidam bem com mudanças e riscos;
  • Conformidade: trabalhadores motivados por altos padrões de eficiência. 

A teoria ajuda a decifrar as competências socioemocionais de cada indivíduo, por isso, é útil no ambiente organizacional para prever comportamentos e proporcionar ambientes de trabalho que favoreçam a produtividade e o bem-estar.

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Quais os 4 tipos de perfis comportamentais?

A metodologia DISC foi base para outros diversos tipos de análises e mapeamentos que utilizam como método classificativo os perfis comportamentais. 

Essa é, inclusive, a metodologia principal utilizada para a criação do Profiler, a ferramenta de mapeamento comportamental da Sólides. A solução, no entanto, utiliza nomenclaturas de fácil entendimento para tornar a divisão mais acessível e clara. 

Assim, os perfis comportamentais são divididos em: comunicador, executor, analista e planejador. Os quatro perfis podem se combinar de diferentes formas, de acordo com os níveis de predominância, gerando personalidades únicas em cada indivíduo. 

É importante entender que não existe um perfil superior a outro. Cada um deles tem seus pontos fortes e dificuldades. Sendo assim, saber combinar diferentes potenciais e competências é o que vai ajudar o RH e a gestão a criarem equipes de alta performance. 

Conhecer cada um dos perfis comportamentais e suas características pode ajudar diretamente na gestão de pessoas, fazendo com que a comunicação se torne mais eficiente, por exemplo, na hora de aplicar feedbacks

Os 4 tipos de perfil comportamental DISC  e tradução para a análise comportamental da Sólides

A seguir, vamos explicar melhor as principais características e tendências de cada perfil. 

Comunicador

O perfil Comunicador é formado por profissionais versáteis, criativos, extrovertidos, falantes e que se adaptam bem a mudanças. São bastante sociáveis e atuam melhor em equipe do que sozinhos. 

Apesar da boa capacidade de persuasão, são vaidosos e não gostam de passar despercebidos. Entre seus pontos de melhoria estão a impulsividade, a imaturidade e a desorganização.

Executor

Já os Executores são aqueles profissionais com muita determinação e foco em resultados. São ativos, competitivos, dinâmicos e não têm medo de assumir riscos. 

Por serem autoconfiantes e independentes, podem ter uma tendência de comportamento mais autoritário e inflexível, apresentando pontos de melhoria como orgulho, arrogância e indiferença. 

Planejador

Profissionais com perfil Planejador são centrados e calmos e gostam de atuar conforme regras e processos bem estabelecidos. Também atuam melhor em conjunto com outros profissionais mais dinâmicos e ativos. 

Apesar de flexíveis e disciplinados, podem ser bastante introvertidos, apresentar baixa autoestima e motivação, e um comportamento mais passivo. 

Analista

Os Analistas são profissionais rigorosos com resultados e qualidade. Eles são pessoas preocupadas, detalhistas e discretas, além de bons ouvintes e excelentes observadores. 

Calmos e sensíveis, podem ser um pouco pessimistas e excessivamente autocríticos, o que acaba impactando na velocidade com que realizam suas entregas. Os pontos de melhoria incluem o orgulho, a desconfiança e a indecisão.

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Por que fazer análise comportamental nas empresas? 

Como citamos acima, a maioria das demissões ocorrem devido ao comportamento, ou seja, por conta da maneira como a pessoa reage às situações. Muitas vezes, ela tem todas as capacidades técnicas para uma vaga, mas não se adequa ao que a empresa precisa para que a sua performance seja a melhor possível em determinada função.

Contudo, sem aplicar um teste de perfil comportamental, não é possível identificar se o candidato conta com as características essenciais. Por exemplo, se você é uma pessoa multitarefas, mas o cargo exige mais foco e detalhismo, dificilmente vai se encaixar bem nessa função, certo?

Além disso, esse tipo de análise comportamental ajuda a desenvolver uma gestão de pessoas assertiva. Isso quer dizer que, com os dados do mapeamento comportamental em mãos, você poderá desenvolver competências, remanejar os colaboradores para funções mais adequadas e promover treinamentos mais eficientes, por exemplo.

Tudo isso vai colaborar para um melhor rendimento da equipe, o que, com certeza, vai impactar na produtividade da empresa. Além, é claro, de ajudar a reduzir os custos com contratações erradas.

Dessa forma, aplicar esse tipo de análise na sua empresa pode garantir diversos benefícios para a gestão de pessoas. Entre os principais, podemos citar:

  • Diminuição do índice de rotatividade;
  • Aumento do engajamento e motivação;
  • Desenvolvimento de habilidades de liderança;
  • Treinamentos melhor direcionados;
  • Melhoria nos processos de recrutamento e seleção;
  • Sucesso na troca de funções e remanejamento de profissionais;
  • Aumento de produtividade;
  • Melhora do trabalho em equipe;
  • Construção de times de alta performance;
  • Identificação de competências e habilidades compatíveis com cada demanda;
  • Redução de custos com demissões e contratações erradas; 
  • Embasamento na tomada de decisões estratégicas.

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Como a análise comportamental ajuda o RH?

Deu para perceber que a análise comportamental não é apenas uma ferramenta voltada para o recrutamento e seleção, certo? Esse tipo de avaliação pode ajudar na gestão de diversas demandas do dia a dia, otimizando o trabalho do RH e garantindo melhores resultados para o negócio como um todo. 

A seguir, listamos os principais processos que podem ser beneficiados por um modelo de gestão baseado no comportamento. 

Engenharia de cargos

A análise comportamental do time pode ajudar o RH a ter uma visão mais profunda de quais características e competências podem ser mais estratégicas em cada posição dentro da empresa. 

Assim, é possível identificar os perfis mais adequados para cada cargo, criando uma engenharia definida e estruturada. Esse processo vai otimizar novas contratações, promoções e remanejamentos dentro de cada equipe. 

Recrutamento e seleção

Uma das atividades mais beneficiadas pela análise comportamental é, obviamente, o recrutamento e seleção. A partir da engenharia de cargos, será mais fácil determinar as características necessárias para cada vaga, tornando as escolhas mais assertivas. 

Além disso, o mapeamento comportamental pode ajudar a conhecer os candidatos mais a fundo, entendendo, por exemplo, se existe um fit cultural com a organização. 

Desenvolvimento de talentos

Associada com outras ferramentas, como a avaliação de desempenho, a análise comportamental pode ser de grande auxílio para o setor de treinamento e desenvolvimento. 

Isso porque, ele determina os pontos de melhoria de cada profissional, ajudando a definir quais treinamentos e capacitações são mais estratégicos para atender as demandas do negócio. 

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Formação de times equilibrados

Que gestor nunca sonhou com um time integrado, produtivo e com alta performance? Alinhar diferentes personalidades e habilidades é o que pode garantir a eficiência de um bom trabalho em grupo. 

Nesse contexto, a gestão comportamental pode ser a chave para combinar, por exemplo, perfis mais comunicativos com trabalhadores mais detalhistas e focados, extraindo as potencialidades de cada um e alcançando os melhores resultados.

Motivação e engajamento

Você sabe o que engaja o seu time? Pessoas são diferentes e complexas, por isso, nem sempre elas vão se sentir motivadas e valorizadas pelas mesmas coisas. Enquanto para uns, o que vale são demonstrações públicas de reconhecimento, por exemplo, outros podem se sentir engajados com desafios maiores ou mais responsabilidades. 

Conhecer o perfil comportamental do seu time, portanto, é uma forma de pensar em estratégias de engajamento e motivação mais acertadas, garantindo um time satisfeito e produtivo.

Retenção de talentos

Por fim, a análise comportamental pode ajudar na retenção dos talentos, diminuindo as taxas de rotatividade da empresa. Isso porque, a ferramenta permite colocar os profissionais certos no lugar certo, evitando, por exemplo, expectativas frustradas e contratações inadequadas. 

Além de melhores escolhas no recrutamento, a gestão comportamental também garante mais satisfação, fazendo com que seus colaboradores se sintam valorizados e queiram permanecer na empresa por um longo tempo. 

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Quais informações uma análise comportamental emite?

Sabemos que as pessoas são diferentes e, diversos testes podem emitir informações diferentes.

Porém, para ter uma análise comportamental completa, é importante procurar por uma ferramenta confiável e que gere relatórios inteligentes. A maior opção no mercado brasileiro é o Profiler, ferramamenta de mapeamento comportamental desenvolvida pela Sólides.

O questionário pode ser respondido pelo computador, tendo uma duração média de 7 minutos. O relatório gerado fornece mais de 50 informações sobre o profissional.

Além de saber quais são as competências mais desenvolvidas e as que precisam ser trabalhadas de acordo com a função, você também terá acesso a informações sobre como essa pessoa se sente em relação ao meio. Alguns desses índices são o IEM (Índice de Exigência do Meio) e o IA (Índice de Aproveitamento).

O IEM vai te indicar como a pessoa está sentindo a pressão que o ambiente exerce sobre ela. Para alguns perfis, como o executor por exemplo, a pressão funciona como um desafio, auxiliando a produtividade, então é importante que o IEM esteja mais alto. Já no caso do analista, uma pressão muito alta pode prejudicar seu desempenho.

Já o IA evidencia o quanto o colaborador acredita que seus talentos estão sendo aproveitados pela empresa. 

Logo, se ele está desempenhando um trabalho que não é o que ele acredita que faz de melhor, o índice estará baixo e alguma providência pode acontecer para que o profissional melhore o seu desempenho.

Além disso, uma boa ferramenta de mapeamento também pode trazer dados sobre energia, positividade, flexibilidade, áreas de talentos e estilos de liderança. 

Com essas informações em mãos, o RH pode atuar em conjunto com as lideranças para selecionar as pessoas certas para cada vaga e desenvolver a Gestão Comportamental, trazendo melhores resultados para a empresa.

Como fazer a análise comportamental na minha empresa?

A análise comportamental pode parecer um processo muito complexo, por isso, é comum que os profissionais de RH não saibam muito bem por onde começar. Mas calma, apesar de não ser uma tarefa tão simples, com um bom planejamento e as ferramentas certas, qualquer empresa pode se beneficiar da estratégia. 

O primeiro ponto de atenção deve ser o seu objetivo. Para qual atividade o teste está sendo aplicado? Você quer estabelecer um perfil ideal para novas contratações? Quer conhecer melhor o time para pensar em ações estratégicas para a gestão de pessoas? 

Definir o objetivo da análise vai ajudar você a estabelecer os próximos passos da avaliação comportamental, para então, passar a aplicá-la em diferentes processos do cotidiano.

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Quais ferramentas podem ajudar a fazer a análise comportamental?

Depois de definir suas prioridades, é hora de escolher a ferramenta certa para realizar a avaliação. Existem diversos testes que podem ser aplicados para levantar informações relevantes sobre seus colaboradores. 

Um deles é o Profiler, uma ferramenta de mapeamento comportamental exclusiva da Sólides, baseada na metodologia DISC e em mais sete teorias comportamentais. Reconhecida pela USP e pela UFMG, a solução oferece 97% de precisão em seus relatórios.

O Profiler é um mapeamento completo, que permite ao RH conhecer melhor o indivíduo, identificando uma série de informações que podem ser utilizadas de forma estratégica para potencializar talentos e melhorar a gestão de pessoas. São mais de 50 informações relevantes que são levantadas em poucos minutos. 

A ferramenta utiliza um formato de questionário bastante simples, dividido em duas etapas. Na primeira, o usuário deve marcar características que ele identifica em si mesmo. Já na segunda, devem ser marcadas as características que ele percebe que são exigidas a ele pelo meio. O teste pode ser respondido pelo computador, e leva em torno de 7 minutos. 

Prático, rápido e eficiente, esse modelo de análise comportamental gera um relatório completo, que ajuda o RH a embasar sua tomada de decisões e garante mais estratégia para a gestão de pessoas. 

Se sua empresa conta com um número limitado de recursos e mão de obra, é importante procurar por uma tecnologia que leve assertividade, otimize o tempo e ajude a reduzir os custos em sua organização. O Profiler é a solução perfeita para isso! 

Agora que você já entende a importância de conhecer bem os seus colaboradores por meio da análise comportamental, peça uma demonstração gratuita e entenda como o Profiler da Sólides, entre outras funcionalidades, é ferramenta ideal para revolucionar a sua atuação como RH!

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