Gestão de crise: como é o perfil comunicador sob pressão?

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Manter um planejamento estratégico é fundamental para garantir o crescimento e a progressão de uma empresa. Entretanto, há cenários que são quase impossíveis de serem previstos, as chamadas “crises”. Cada profissional reage de maneira diferente diante da dificuldade, o perfil comunicador sob pressão requer uma atenção da gestão.

A crise pode ter origens distintas, afetando o rendimento da empresa e a saúde dos colaboradores. O cenário de incertezas e insegurança gera questionamentos e a sensação de possibilidades de cortes. Quando o ambiente econômico é adverso, os funcionários tendem a questionar sua permanência na empresa e afetar sua performance.

Antecipar-se aos fatos torna a gestão de crise mais fácil e minimiza os danos provocados. Nem sempre é possível prever algumas dificuldades — como foi o caso do novo coronavírus —, entretanto, uma empresa bem madura é aquela que está preparada para agir em momentos de transição.

Conhecer o perfil comportamental dos colaboradores é uma forma de antecipar aos cenários de crise e pressão. Neste artigo, vamos abordar como os comunicadores tendem a se comportar em momentos como esse, continue a leitura!

A análise comportamental em momento de crise

Conseguir mapear o perfil comportamental dos colaboradores é fundamental para quem busca ter insumos e dados para gerar transformação na gestão de pessoas. A análise comportamental impacta o clima e a cultura organizacional alterando a percepção diária dos profissionais em relação ao trabalho.

Uma gestão que consegue considerar as competências socioemocionais e as tendências de como cada colaborador reage a determinada situações, consegue fazer uma análise preditiva mais segura e precisa.

As pessoas são fundamentais para que qualquer organização supere as dificuldades e volte a crescer. É por meio do trabalho dos colaboradores que a empresa consegue recuperar o tempo perdido por conta da crise e enxergar oportunidades que os concorrentes não enxergam em cenários adversos.

Conhecer as capacidades dos colaboradores ajuda a gestão a entender o que eles podem fazer para aumentar as oportunidades de ganho em momento de crise. 

A tendência de ações do perfil comunicador sob pressão

Comunicadores são bastante intuitivos, isso significa que eles tendem a agir rápido em momentos de pressão. Suas ações não são bastante efetivas ou capazes de resolver a raiz central do problema, mas as dificuldades pontuais e superficiais serão resolvidas quase que imediatamente.

Quando pressionados, eles tendem a não pensar a longo ou médio prazo, mas sim no que pode ser feito agora para sanar determinada situação. Por isso, cabe a gestão conseguir direcionar esses profissionais para quadros em que as ações rápidas sejam mais efetivas e necessárias.

Por trazer muita pressão e desafios, a crise é um momento muito estressante para os comunicadores. Esses profissionais podem até ficar um pouco mais “travados” diante das séries de dificuldades que estão diante deles. Os comunicadores gostam e sentem prazer em conseguir executar o seu trabalho com tranquilidade e maestria.

Por isso, a crise pode tirar desses colaboradores a sensação de “prazer”. Em cenários normais, os comunicadores são bastante otimistas e grande dificuldade para esses profissionais é manter esse sentimento em um momento de muitas inseguranças.

O que a gestão pode fazer para motivar os comunicadores em cenário de crise?

O perfil comunicador é vaidoso, gostando de receber feedbacks positivos e ser reconhecido pelo seu trabalho. Para momentos de dificuldade, os gestores precisam fazer um acompanhamento próximo.

Quando não for possível fazer um acompanhamento individual — por meio do one-on-one —, os gestores podem apostar em fazer uma reunião com todos os funcionários a fim de coletar informações de como eles estão se sentindo nesse momento e o que estão desenvolvendo.

Mostrar-se presente, disponível e próximo são elementos essenciais para conseguir engajar e motivar os comunicadores. Em cenários mais críticos — como a obrigatoriedade de fazer home office para o isolamento social por conta da pandemia de coronavírus —, a falta de conexão é um problema real para o perfil comunicador.

Com a diversidade de notícias que momentos críticos tendem a trazer — muitas delas fake news — é natural que os comunicadores fiquem menos seguros de si e mais ansiosos. Eles começam a especular rapidamente sobre possíveis demissões, sentem o seu emprego ameaçado e, por isso, podem ter sua energia diminuída.

Nesse sentido, não basta o gestor ficar preocupado apenas e exclusivamente com as entregas das demandas. É preciso demonstrar empatia e questionar sobre como esse funcionário está se sentindo, se os dias tem sido mais fácil ou tem melhorado.

O perfil comunicador sob pressão necessita de uma atenção e acompanhamento da gestão. Quando feita de maneira adequada e empática, os resultados tendem a serem positivos, visto que esses profissionais gostam de serem reconhecidos pelo seu excelente trabalho.

Se você quer ter uma gestão de crise realmente eficiente, não perca tempo e conheça o Sólides Profiler para mapear o perfil comportamento dos seus colaboradores!

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